Carregando agora

“116 anos de tradição, glória e resistência — o Decano que nunca parou de lutar.”
Fundado em 10 de outubro de 1909, o Cotinguiba Esporte Clube é um dos clubes mais antigos e respeitados do Brasil. Orgulho de Aracaju, é conhecido como o “Decano da Fundição” e o “Tubarão da Praia”, títulos que simbolizam sua longevidade, força e paixão.
Sob a presidência de Wellington Mangueira, e Diretoria ativa e comprometida, o clube vive uma nova fase de revitalização e valorização da sua história. Em 2018, o Cotinguiba foi oficialmente reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural de Aracaju, consolidando seu papel como um ícone do esporte e da cultura sergipana, além de ser de Utilidade Pública reconhecido pelo Estado de Sergipe, e pelos Municípios de Nossa Senhora do Socorro e Aracaju
Títulos e Conquistas
Futebol Primeira Divisão
06x Campeão Sergipano: 1918, 1920, 1923, 1936, 1942, 1952
01x Campeão Sergipano da 2ª Divisão: 1993
06x Campeão do Torneio Início: 1920, 1928, 1929, 1933, 1934, 1948
01x Campeão Municipal de Aracaju: 1957
Categorias de Base
03x Campeão Sergipano Sub-17: 2004, 2005, 2007
02x Campeão Sergipano Sub-15: 2005, 2011
02x Campeão Sergipano Sub-13: 2007, 2011
Vice-Campeão Estadual de Futebol Profissional em 1976
Remo
38 títulos estaduais, consagrando o Cotinguiba como o maior campeão de remo do Estado de Sergipe.
A Família Bessa e sua contribuição histórica
Nenhuma narrativa sobre o Cotinguiba seria completa sem reconhecer a importância da Família Bessa, fundamental na fundação e consolidação do clube.
O patriarca Gumercindo Bessa, avô de Rui Bessa, foi o responsável por redigir o primeiro Estatuto do Cotinguiba, documento que deu estrutura e identidade à agremiação.
Ao longo das décadas, nomes como Francisco Bessa, Antonieta Freire Bessa, Euler Bessa, Ney Bessa, Rui Bessa, Lídio Bessa e Iracy Bessa estiveram profundamente ligados à trajetória azul e branca, perpetuando o amor e o compromisso de gerações com o clube.
Charuto: o Canhão do Cotinguiba e ídolo eterno
Entre tantos nomes marcantes da história alviazul, Antônio do Nascimento Rodrigues, o lendário “Charuto”, ocupa um lugar especial no coração da torcida.
Conhecido como o “Canhão do Cotinguiba”, Charuto foi um dos jogadores mais temidos e admirados do futebol sergipano. Dono de um chute fortíssimo, comparado ao do lendário Hércules, do Fluminense, Charuto atuou em uma época em que o amor à camisa falava mais alto que qualquer recompensa financeira.
Ele chegou ao Cotinguiba em 13 de agosto de 1945, permanecendo até o início da década de 1960 — período em que foi artilheiro em diversas temporadas e campeão sergipano em 1952 e 1957.
Sua fama de ter “um canhão nos pés” assustava defesas adversárias: os jogadores temiam fazer barreira quando ele se preparava para cobrar uma falta. Velhos torcedores do Cotinguiba relatam que Charuto chegou a furar várias redes com seus chutes potentes, e em uma partida em Alagoas, teria marcado três gols — mas apenas um foi validado porque o árbitro não sabia se a bola havia entrado por dentro ou rompido a rede de fora para dentro.
O professor Alencar Filho, ex-reitor da Universidade Federal de Sergipe, relatou em seu livro “Caleidoscópio” momentos marcantes da trajetória de Charuto, a quem considerava um verdadeiro ícone do futebol sergipano e símbolo de dedicação e humildade.
Por tudo o que representou, Charuto foi eternizado com uma estátua em bronze instalada em frente à piscina da sede do Cotinguiba, na Avenida Augusto Maynard. A escultura dá boas-vindas aos visitantes e simboliza o elo entre o passado glorioso e o presente vibrante do clube. Ressalte-se que, até a sua morte, Antônio Nascimento Rodrigues (Charuto) Exaltava o seu amor ao Cotinguiba.
> “Ao invés de balançar as redes, Charuto as furava. E ao invés de se apagar com o tempo, sua lenda ficou ainda mais viva.”
(Pesquisa: Nilo Dias)
️ Cotinguiba: Pioneirismo e resistência

O Cotinguiba foi o primeiro campeão sergipano de futebol, além de pioneiro em diversas modalidades como remo, vôlei, basquete, pedestrianismo, Futsal e natação.
Em 13 de maio de 1930, realizou a primeira partida de basquete da história de Sergipe, mostrando que o espírito esportivo do clube sempre ultrapassou os gramados.
Durante o período de Getúlio Vargas e a ditadura militar, o Cotinguiba também foi refúgio para intelectuais e militantes perseguidos, que encontraram em suas salas um abrigo para a liberdade de pensamento — escondendo panfletos e documentos entre os troféus.
116 anos de paixão, tradição e glória
Com um patrimônio histórico valioso e o segundo maior quadro social do Estado, o Cotinguiba Esporte Clube segue vivo, ativo e pulsante.
A cada geração, renasce a paixão pelo azul e branco — cores que representam não apenas um time, mas uma parte da identidade cultural de Aracaju.
Com nome expressivos na sua história, dela fazem parte, entre outros: Mário Passos, Nelson Vasconcelos, Francisco Bessa, Edmo Sampaio, Lício Mota, João Oliveira Sobrinho, João Mascarenhas, Josué de Carvalho Cunha, Manoel Franco, Antônio Cardoso (Puga) Luiz Ouro, Raymundo Luiz, José Canabrava de Mendonça, Alvarim Mangueira, José Rosa de Oliveira Neto, Cássio Barreto, Orlando Rezende, Mittermaia, Wedmo Mangueira, Nicinho, Jonas Aguiar, Cleandro Barreto, etc. etc. etc.
O Clube reafirma sua vocação de pioneirismo e sua missão de preservar o legado de 116 anos de conquistas, memórias e amor pelo esporte.
Parabéns, Cotinguiba Esporte Clube!
116 anos de tradição, glória e resistência.
CONSELHO DIRETOR:
Wellington Dantas Mangueira Marques, Rosângela Hermes de Oliveira Santos, Gerísula Alcântara de Morais, Cláudio Lima Vasconcelos, Silvio Alves de Freitas, Helino Silva de Oliveira.
Conselho Deliberativo: Presidente – Wellington Matos do Ó, Vice Presidente4 do Conselho – Margarida Azevedo da Silva; Secretária – Crerlin Costa Lemos.
Conselho Fiscal – Jivaldo dos Santos; membros: Maria Izabel Nunes e Maria do Carmo Tourinho Ribeiro